Agora é que vão ser elas, depois de publicado vamos passar a avaliar quem quer entrar na carreira de professor com pelo menos duas provas, nas quais não e pode ter menos de bom para passar aos quadros. E mesmo assim ainda tem, no mínimo, um ano de período probatório que também terá de ter a classificação de bom.
Para a desgraça ser completa só falta mesmo depois da primeira remessa de exames vir um ranking das escolas de formação.
Ver a notícia completa aqui.
Tags: Concursos, Educação, Ministério



Janeiro 23, 2008 às 11:28 pm
A questão é saber quem quer ser professor. Os salários não são estimulantes.
Janeiro 23, 2008 às 11:52 pm
Caro Jorge Alberto, bem vindo ao meu blog (sim é o 1º comentário)
O problema aqui é que proliferaram as escolas de formação de professores sem controlo. Juntando a esta variável os esforços do ME para reduzir o parque escolar e aumentar os horários temos muita gente formada para poucas vagas.
Todos os anos, na altura das colocações de professores vimos e ouvimos nas notícias 20000/30000 professores sem colocação.
Com este esquema ainda vamos ter falta de professores…
E é verdade os salários só começam a ser estimulantes praticamente no final da carreira…
Janeiro 24, 2008 às 12:55 am
Me desculpe se eu estiver enganado, mas acredito que os problemas com o magistério em Portugal são similares aos do Brasil. Faltam bons salários, desestímulo, autoridades educacionais que fazem da educação um trampolim político…
Janeiro 24, 2008 às 8:00 am
Concordo!