Já tinha ouvido falar deste exemplo, tal como os iPhones em Universidades Americanas.
Qualquer dia vem a Sony patrocinar qualquer escola com a sua PSP.
A única coisa que vale nisto tudo (Classmate Magalhães à mistura) é que a industria se está a virar para novos públicos e que começam a “ver” a escola como um novo nicho de mercado, mas tal como na experiência do e-escolinhas não basta fornecer a tecnologia, é preciso fundamentalmente desenvolver conteúdos adequados ao público-alvo, e não nos podemos esquecer dos educadores/professores e pais, que também devem saber as suas funcionalidades e que não vejam este gadgets como “amas” das suas crianças.


